Senhor viccino

NOTAS AO CONSUMIDOR

No estudo da história dos povos, sempre se fez menção ao uso do vinagre de maçã como alimento indispensável para a saúde Na Roma antiga, por exemplo, as famosas legiões romanas sempre tomaram o cuidado de transportar o vinagre em odres, pois sabiam da sua importância para o preparado da Posca(vinagre misturado com água e ervas aromatizantes), a qual tornava os soldados fortes, resistentes e imunes aos ataques das doenças e fadiga.

Hipócrates, o pai da medicina moderna, recomendava o realinhamento dos corpos (quiropraxia) para o perfeito funcionamentos dos órgãos e ministrava aos seus pacientes o oxymel (preparado de vinagre de maçã e mel ) para manter a plenitude física, evitar doenças e rejuvenescer o corpo. Havia citações correntes na época em Roma, que se referiam aos “homens bebedores de vinagre”, os quais eram imunes às doenças e pareciam não envelhecer.
No oriente e principalmente na China também era comum o uso do vinagre para evitar doenças e curar feridas e os samurais no Japão utilizavam o vinagre de maçã como um potente tônico para dar força e saúde.

Em Paris na Idade Média, o vinagre de maçã era vendido como desodorante corporal, tônico de cura e uma bebida de saúde e mais recentemente na guerra civil e na primeira grande guerra o vinagre de maçã era utilizado como um potente bactericida. Conta-se que por volta de 1721 na França, a peste negraassolou a Europa e dizimou entre 25 e 75 milhões de pessoas. O cheiro terrível dos corpos expostos, não enterrados era ainda outra preocupação, pois não havia quem os retirasse das casas e os levasse para serem enterrados longe dali. Quatro ladrões foram condenados ao insalubre trabalho de enterrar as vítimas da peste negra, mas para a surpresa de todos, nenhum deles foi contaminado por essa doença mortal. Em troca da liberdade foi-lhes exigido que explicassem o segredo da sua imunidade. Alegaram que sabiam preparar uma mistura de alho macerado com vinagre de maçã e a usavam antes de iniciarem seus trabalhos. Enxaguavam a boca, passavam pelo corpo, além de limpar as feridas e desinfetar as mãos que tinham tocado qualquer coisa infectada, dessa maneira, segundo eles, conseguiam executar o trabalho sem se contaminarem. Um tônico com esse nome ainda é vendido na França nos dias de hoje.

O poder do vinagre de maçã com o crescimento da indústria farmacêutica e das drogas sintéticas, foi paulatinamente perdendo espaço, ate que um medico norte americano (Dr. D. C. Jarvis –1881 – 1966) resgatou esse conhecimento em Vermont quando visitou seus conterrâneos. Eles estavam acostumados com seus antigos remédios e métodos caseiros e não aceitavam os tratamentos da medicina clássica.

Por isso ele teve que reaprender e estudar a medicina popular do Vermont, escrevendo posteriormente livros e artigos sobre o assunto Atualmente existem teses de mestrado e doutorado que testam o vinagre para vários usos medicinais. Além disso muitos livros já foram editados, sendo catalogados mais de 300 publicações sobre o tema em varias línguas, além de vários sites na internet que tratam do assunto.
Segundo a Medicina Popular do Vermont, as dores de cabeça crônicas são atribuídas aos olhos, ao estômago, aos rins, ao fígado e a sinusite. Há diversos tipos de dor de cabeça crônica. Algumas são associadas as moléstias orgânicas, como as dos rins. Outras são conhecidas como psicogênicas – resultantes de tensão. Nessas, as responsáveis são as emoções: ódio, medo, ansiedade. A mais aborrecida de todas é a enxaqueca.

As enxaquecas são hereditárias e afetam pessoas de um determinado tipo físico. São pessoas de grande energia e inteligência lúcida. São também sensíveis e compreensivas. Além disso, são irrequietas, autoritárias, agressivas e ambiciosas. Já ouvi dizer que a enxaqueca é “o preço que o homem paga pelas suas ambições”.

Há uma tendência, mesmo entre os médicos, de classificar toda a dor de cabeça de origem desconhecida como enxaqueca. Os sintomas clássicos são bem determinados. A vítima tem uma “aura” ou aviso, antes de ela se declarar. Vê, diante dos olhos, manchas ou raios de luz. A dor ataca de um lado da cabeça e há geralmente náuseas ou outras perturbações digestivas. As emoções, temores e ansiedades desencadeiam o processo da enxaqueca. A medida que os anos passam, elas diminuem. É muito raro alguém sofrer de enxaqueca depois dos sessenta anos. Isso se deve, provavelmente, ao fato de que as pessoas se tornam mais calmas e ajustadas às circunstancias a medida que envelhecem.

Estudei a enxaqueca muitos anos, com a cooperação de pessoas que sofriam dela. Procurei apurar se a enxaqueca aparecia quando havia uma reação urinária ácida ou alcalina. Quando a urina estava ácida, as enxaquecas era menos freqüentes, mais brandas, ou desapareciam. As pessoas que sofrem desse mal precisam conhecer os fatores que alcalinizam a sua urina e então combate-los. A ingestão diária de ácido deve ser aumentada, sob a forma de vinagre de maçã natural. É fácil e eficaz. Duas colheres de chá de vinagre de maçã, às refeições, poderão evitar uma crise. Se a dor já se tiver manifestado, porém, tome imediatamente uma colher de vinagre de maçã. Uma vez que este não exige uma digestão lenta e logo entra na corrente sanguínea, a enxaqueca abrandará meia hora depois. Se não abrandar, tome outra dose, e assim até que a dor cesse. Efeito sedativo, é só o que pedem os agentes deste tipo de dor.

A medicina popular do Vermont recomenda outra aplicação de vinagre de maçã contra a enxaqueca: a vaporização – partes iguais de vinagre de maçã e água; deixe ferver em fogo lento. Quando começar a desprender vapores, curve a cabeça sobre o vapor, enquanto puder suportar. Aspire 75 vezes. A dor diminuirá a partir de meia hora depois. Se voltar, será branda. Isso dispensa os analgésicos. O tratamento acima é indicado para qualquer tipo de dor de cabeça.

É bom ressaltar que nesses casos o individuo não está atentando para uma questão de fundamental importância que se relaciona com sua dieta pobre em elementos vitais. Geralmente as dores de cabeça advém pela comida, quer o excesso ou a sua má qualidade. Esses hábitos alimentares errôneos provocam a corrupção do sangue e sua excessiva alcalinização. Como consequência, além de outros males, provoca a dor de cabeça. Há a necessidade de reorientação alimentar. Cessada a causa, cessa o efeito. Extraído do Livro: “Folk Medicine”: A Vermont Doctor’s Guide to Good Health. Dr. DCJarvis, médico norte-americano, 1958
A obesidade é hoje uma pandemia mundial alarmante, pois morre-se mais pessoas no mundo de doenças decorrentes do excesso de comida do que aquelas que passam fome. Entretanto, a obesidade é tratada no Vermont com o vinagre de maçã natural que elimina o excesso de gorduras naturalmente. Assim, “é possível emagrecer fiando-se na fita métrica, não, porém na balança”. É que as alterações sofridas pela estrutura óssea e pelos tecidos orgânicos, inclusive os músculos, podem contrabalançar a perda da gordura. Quando o peso de uma pessoa excede do normal, pode bem ser devido a uma quantidade excessiva de materiais assimilados e depositados como gordura, e evidentemente, a uma vida sedentária. Há diversos modos de saber se o peso está normal. No Vermont se diz o seguinte: “a medida da base do pescoço deve ser duas vezes a do pulso. A medida da cintura é o dobro da medida do pescoço”.

Se a medida da cintura for maior do que a do tórax ou se houver propensão para a papada, a medicina regional do Vermont lança mão do vinagre de maçã natural para eliminar o excesso de gordura, pois o vinagre de maçã natural atua de maneira rápida no organismo, mudando a temperatura das gorduras adicionais e fazendo com que se queimem dentro do organismo, sendo eliminadas em seguida pela urina e fezes.

Afirma o doutor Jarvis que é indispensável uma dieta integral, com a ingestão de alimentos “vivos” e em quantidades adequadas, evitando a gula. Uma disciplina alimentar é um dos mais eficientes ingredientes para a felicidade, pois ninguém pode fazer nada com o corpo doente. Assim, se um homem tiver o abdômen saliente, voltará ao normal no espaço de dois anos. O vinagre de maçã terá tornado possível a eliminação da gordura, em vez do seu armazenamento e o conseqüente aumento de peso. O vinagre de maçã natural é um complemento maravilhoso nas dietas de emagrecimento. Cumprido diariamente, este tratamento contra a obesidade, que além de simples é muito eficaz, plenamente natural e saudável; em dois anos o corpo volta adquirir o peso ideal, garante o Dr. Jarvis.

Mais informações sobre a obesidade e o emagreciment,. segundo a Medicina Popular do Vermont-USA

Maçãs e vinagre de maçã, feito da própria fruta, são boas fontes de pectina, que dá a sensação de saciedade, diminuindo o apetite. Provou-se que o consumo de vinagre de maçã ajuda na perda de peso mais efetivamente do que comendo maçãs cruas apenas. Geralmente, ácidos ajudam na digestão da proteína que é usada na construção de alguns de nossos hormônios, especialmente hormônio do crescimento. Este hormônio é um instrumento para quebrar células de gordura. Aumentando-se o ácido presente no estômago antes das refeições, você assegura uma digestão completa e aumenta a disponibilidade da proteína para a síntese do hormônio.

Proteína é necessária para a produção de insulina, que é necessária para converter glicose em energia e manter um metabolismo ativo, queimando gorduras. Novamente o vinagre de maçã pode aumentar o seu metabolismo, aumentando a habilidade do corpo de utilizar proteínas para a formação de insulina. Porque vinagre de maçã estimula a digestão, ele também diminui o período de tempo que a gordura fica no trato digestivo, assim menos gordura será absorvida. Vinagre de maçã melhora a absorção de ferro, um nutriente que age como uma ignição, uma espoleta. O ferro é um componente chave em substâncias que carregam o oxigênio para as células e o mantém lá. Ácidos (como o ácido acético, ácido málico, encontrado no vinagre de maçã) ajudam a liberar o ferro do alimento que você come e torna-o mais disponível para ajudar na construção da hemoglobina (carregadora de oxigênio) e mioglobina (que atrai o oxigênio). Oxigênio é essencial para produzir energia no corpo como é essencial o fogo para acender uma lareira. A capacidade do vinagre de maçã de aumentar a utilização do ferro e de aumentar o consumo de energia do corpo que o torna um alimento de suporte extraordinário na perda de peso. A fórmula para esse processo é assim: “absorção de ferro - utilização do oxigênio - consumo de energia - perda de peso”.

O vinagre de maçã age no começo do processo da digestão, estimula o seu apetite e aumenta seu interesse por comidas integrais. Vinagre de maçã é conhecido como acentuador de sabor. É o ingrediente secreto do ketchup, molhos de saladas e outros condimentos, tornando mais palatável os sabores extraordinários dos alimentos integrais como as frutas, vegetais, grãos integrais, feijões, - alimentos que ajudam a regular o nível de açúcar no seu sangue e aumenta seu metabolismo.
O vinagre de maçã também faz diminuir sua vontade de excesso de sal e gordura.
Uma tez fresca, uma pele lisa e cabelos brilhantes, quem desejaria ignorá-los? Mas, como o tempo cada um deve cuidar de si mesmo de modo a permanecer na melhor forma possível. Para manter uma beleza natural, todavia, não devemos cuidar apenas do aspecto exterior, mas também do interior. Uma alimentação saudável, rica em vitaminas, em minerais e fibras, continua a ser indispensável. Sem contar que devemos movimentar-nos e dormir o suficiente. O consumo de vinagre de maçã estica a pele e fortalece os cabelos.

Beba pela manhã, com o estômago vazio, um copo de 250ml de água, 5ml de vinagre de maçã e mel para estimular o seu metabolismo.
Os cuidados externos do corpo dizem respeito, sobretudo à pele. Esta é protegida dos ataques dos microorganismos e das agressões ambientais por uma película protetora. Devido à sua ligeira acidez, que corresponde ao pH da nossa pele, o vinagre de maçã adapta-se perfeitamente a uma utilização externa.

Antigamente, não se utilizava de tantos produtos para os cuidados com a pele e a maquiagem como hoje as mulheres fazem. O aspecto e a beleza da pele era atributo de uma boa alimentação e cuidados externos, principalmente, com o uso de vinagre de maçã e óleos naturais. A beleza da pele, dos cabelos, era uma condição de boa saúde e atividade física. Extraído do livro: “Os benefícios do vinagre de maçã e outros....” do autor BerndKullenberg, dietista alemão.

Editora Plátano Edições Técnicas. Portugal
O metabolismo celular produz ácidos que são lançados, continuamente, nos líquidos intracelular e extracelular e tendem a modificar a concentração dos íons hidrogênio. A manutenção da concentração dos íons hidrogênio dentro da faixa ótima para o metabolismo celular, depende da eliminação do ácido carbônico nos pulmões, da eliminação de íons hidrogênio pelos rins e da ação dos sistemas tampão intra e extracelulares.

O modo como o organismo regula a concentração dos íons hidrogênio (H+) é de fundamental importância para a compreensão e a avaliação das alterações do equilíbrio entre os ácidos e as bases no interior das células, no meio líquido que as cerca (líquido intersticial) e no sangue (líquido intravascular).

Conceito ácido e básico
Os elementos importantes para a função celular estão dissolvidos nos líquidos intra e extracelulares. Sob o ponto de vista químico, uma solução é um líquido formado pela mistura de duas ou mais substâncias, homogeneamente dispersas entre si. A mistura homogênea apresenta as mesmas propriedades em qualquer ponto do seu interior e não existe uma superfície de separação entre os seus componentes. A solução, portanto, consiste de um solvente, o composto principal, e um ou mais solutos. Nos líquidos do organismo a água é o solvente universal; as demais substâncias em solução constituem os solutos.

Em uma solução, um soluto pode estar no estado ionizado ou no estado não ionizado. Nos líquidos do organismo, os solutos existem em ambas as formas, em um tipo especial de equilíbrio químico. Quando um soluto está ionizado, os elementos ou radicais químicos que o compõem, estão dissociados uns dos outros; a porção da substância que existe no estado ionizado é chamada íon. O soro fisiológico, por exemplo, é uma solução de água (solvente) contendo o cloreto de sódio (soluto). Uma parte do cloreto de sódio está no estado dissociado ou ionizado, constituída pelos íons Cl- (cloro) e Na+ (sódio), enquanto uma outra parte está no estado não dissociado, como NaCl (cloreto de sódio); ambas as partes estão em equilíbrio químico.

Existem substâncias, como os ácidos fortes, as bases fortes e os sais, que permanecem em solução, quase completamente no estado ionizado. Outras substâncias, como os ácidos e as bases fracas, ao contrário, permanecem em solução em graus diversos de ionização. A água tem sempre um pequeno número de moléculas no estado ionizado.

Os íons combinam-se entre si conforme a sua carga elétrica. Os cátions são os íons com carga elétrica positiva, como o hidrogênio (H+) e o sódio (Na+). Os ânions são os íons com carga elétrica negativa, como o hidróxido ou hidroxila (OH-) e o cloreto (Cl-). Para ser um ácido, é necessário que a molécula da substância tenha, pelo menos, um hidrogênio ligado ionicamente. O hidrogênio ionizado, simplesmente representa um próton. Um ácido é uma substância que, em solução, é capaz de doar prótons (H+). Uma base é uma substância que, em solução, é capaz de receber prótons. Em outras palavras, os ácidos são substâncias que, quando em solução, tem capacidade de ceder íons hidrogênio; as bases são substâncias que, quando em solução, tem capacidade de captar íons hidrogênio.

Um ácido forte pode doar muitos íons hidrogênio para a solução, porque uma grande parte das suas moléculas se encontra no estado dissociado (estado iônico). Do mesmo modo, uma base forte pode captar muitos íons hidrogênio de uma solução.

O pH – Potencial de hidrogênio
A atividade dos íons hidrogênio em uma solução qualquer, depende da quantidade de hidrogênio livre na solução. Para a avaliação do hidrogênio livre nas soluções, usa-se a unidade chamada pH. O termo pH significa potência de hidrogênio e foi criado para simplificar a medida da concentração de íons hidrogênio (H+) na água e nas soluções. A água é a substância padrão usado como referência, para expressar o grau de acidez ou de alcalinidade das demais substâncias. A água se dissocia em pequena quantidade em íons hidrogênio (H+) e hidroxila (OH-). Quando se adiciona ácido à água, mesmo em pequenas quantidades, o pH da solução se altera rapidamente. O mesmo fenômeno ocorre com a adição de bases. Pequenas quantidades de ácido ou de base podem produzir grandes alterações do pH da água.

Se adicionarmos ácido ou base ao plasma sanguíneo, veremos que há necessidade de uma quantidade muito maior de um ou de outro, até que se produzam alterações do pH. Isto significa que o plasma dispõe de mecanismos de defesa contra variações bruscas ou significativas do pH. O balanço entre os ácidos e as bases no organismo se caracteriza pela busca permanente do equilíbrio; o plasma resiste às alterações do pH, por meio de pares de substâncias, capazes de reagir tanto com ácidos quanto com bases, chamadas sistemas "tampão". Os mesmos mecanismos de defesa existem nos líquidos intracelular e intersticial.

Valores normais de pH
A água é o solvente universal dos líquidos orgânicos; a sua concentração de hidrogênio livre ou ionizado é utilizada como valor de comparação para as demais soluções. O pH normal da água, considerada um líquido neutro é 7. As soluções com pH inferior a 7 são consideradas ácidas e as soluções com pH superior a 7 são consideradas alcalinas.

Os líquidos orgânicos são constituídos de água contendo uma grande quantidade de solutos de diversas características químicas e iônicas. A solução orgânica padrão para a avaliação do pH é o sangue. O pH normal do sangue varia dentro da pequena faixa de 7,35 a 7,45. Em comparação com a água, portanto, o sangue normal tem o pH levemente alcalino. Essa alcalinidade do sangue representa a atividade iônica de numerosas substâncias incluindo-se os sistemas tampão.

O sangue arterial é o padrão habitual para avaliação do pH; seu valor se situa na porção mais alcalina da faixa normal, entre 7,4 e 7,45. O sangue venoso tem maior concentração de hidrogênio livre, recebido do líquido intersticial pelos capilares venosos. Em conseqüência, o pH do sangue venoso se situa na faixa menos alcalina do pH normal, geralmente entre 7,35 e 7,40. As principais alterações do pH do sangue estão representadas na figura 4. Quando o pH do sangue está abaixo de 7,35 existe acidose; se o pH do sangue é superior a 7,45, existe alcalose. Quando a acidose é severa e o pH alcança valores abaixo de 6,85, em geral as funções celulares se alteram de tal forma que sobrevém a morte celular; o distúrbio é irreversível.

Do mesmo modo, na alcalose severa e persistente, os valores de pH superiores a 7,95 são incompatíveis com a normalidade da função celular. O distúrbio é irreversível e, em geral, ocorre a morte celular. O interior das células reflete uma realidade metabólica diferente do plasma sanguíneo. A atividade celular gera permanentemente subprodutos ácidos como resultado de numerosas reações químicas. Em conseqüência, o pH habitual do líquido intracelular é mais baixo que o pH do plasma. O pH intracelular é de aproximadamente 6,9 nas células musculares e pode cair a 6,4 após um exercício extenuante. Nas células dos túbulos renais, o pH é de cerca de 7,3, de acordo com a predominância de substâncias alcalinas, podendo se alterar com as necessidades do organismo. Em geral, as células dos tecidos com maior atividade metabólica têm um pH levemente ácido, em relação ao pH do sangue.

Conclusão
O metabolismo celular produz ácidos que tendem a modificar a concentração dos íons hidrogênio nos líquidos do organismo. A manutenção da concentração ideal de íons hidrogênio depende da ação de ácidos e bases existentes nos líquidos, da eliminação de ácido carbônico pelos pulmões e da eliminação de íons hidrogênio pelos rins. Os ácidos são as substâncias que podem ceder íons hidrogênio para uma solução; bases são as substâncias que podem receber íons hidrogênio em uma solução.

A quantidade de íons hidrogênio livres nas soluções é quantificada pelo pH. Quanto maior a quantidade de íons hidrogênio nas soluções, tanto mais baixo será o seu pH; ao contrário, as soluções com baixa concentração de íons hidrogênio, tem o pH mais elevado. A água é a substância padrão para comparação com as demais substâncias. A dissociação da água é desprezível; apenas uma molécula, em cada 10 milhões, se dissocia. A água é, portanto, uma substância neutra, ou seja, não é ácido nem é base. O pH da água é 7; a água ocupa o ponto neutro da escala do pH, que vai de 0 a 14. As soluções com pH inferior ao da água, são consideradas ácidas; as soluções cujo pH é superior a 7, são consideradas bases.

O pH do sangue reflete a atividade iônica de numerosas substâncias e é ligeiramente maior que o pH da água. O sangue normal tem o pH que varia entre 7,35 e 7,45. O sangue normal, portanto, é levemente alcalino, em relação à água.
Quando o pH do sangue está abaixo de 7,35 dizemos que existe acidose; quando o pH do sangue supera o valor de 7,45, dizemos que há alcalose. Extraído das pesquisas do Centro de Estudos de Circulação Extracorpórea PerfusionLine
Ao acordar, a primeira coisa a fazer é medir o pH da urina com a ajuda da fita ou papel de nitrazina. Um índice de boa saúde é quando o pH da urina está em torno de 6,4 pH, ou seja, ligeiramente ácida. Subindo para valores acima de 7,0 o teste de pH indica que o sistema está com reação excessivamente alcalina predispondo aos indesejáveis depósitos de cálcio e matérias terrosas.

Recomendação: Afirma o doutor Jarvis, que três ou quatro meses é o tempo necessário para a atuação maravilhosa do vinagre de maçã natural sobre o sangue, purificando-o e dissolvendo o excesso de cálcio, e desobstruindo todos os canais e articulações do corpo.
Há no vinagre de maçã natural mais de trinta elementos nutritivos fundamentais, mais de uma dúzia de sais minerais e enzimas essenciais e complexos vitamínicos. Ele é rico em fibras. Igualmente, encontra-se ferro, vitaminas B12, ácido fólico (bom no combate a anemia) e elementos antioxidantes, combatem os radicais livres que produzem a decrepitude do corpo. Possui qualidades anti-sépticas (mata os micróbios infecciosos) e antibióticas (contêm bactérias inimigas dos microorganismos deletérios).

O vinagre de maçã natural extrai todos os minerais da maçã. O vinagre de maçã natural é rico em sais de primeira importância para os processos bioquímicos do corpo; entre os quais o ácido málico , que entre outras funções, faz parte do chamado “ciclo de Krebs”, que sintetiza um conjunto de reações bioquímicas responsáveis pela produção de energia no interior das células. Ele ajuda também na absorção dos nutrientes e, ao mesmo tempo, combate bactérias do aparelho digestivo; evita a obstipação, apontada como a principal causa de muitas doenças, pois o vinagre de maçã ajuda na eliminação de substâncias tóxicas, produto da má alimentação e poluição ambiental, que se alojam no intestino e fígado. Temos também a pectina que auxilia nos processos digestivos, reduzindo extraordinariamente o colesterol e outras gorduras densas. O vinagre de maçã é altamente diurético, ajuda na eliminação do excesso de líquidos. Possui qualidade antioxidante, antiinflamatória e antibiótica excelentes. O vinagre de maçã controla o equilíbrio do pH dos fluidos do corpo, o sangue e a reação da pele.

O vinagre de maçã natural tem propriedade muito parecida com a química do suco gástrico secretado pelo estômago, e por isso, capaz de matar bactérias nocivas à saúde, facilitando a digestão. Médicos naturalistas recomendam que se faça uso de duas colheres das de sopa de vinagre de maçã natural misturado à água antes ou após as refeições regularmente, para evitar intoxicações alimentares, ou deter um processo de intoxicação em andamento.

Umas das razões da vitalidade do vinagre de maçã, é que ele associa minerais ao potássio: fósforo, cloro, sódio, magnésio, cálcio, enxôfre, ferro, flúor, silício e traços de diversos outros. Alguns cientistas como o médico Pires Van Koek atribuem ao vinagre de maçã natural qualidades medicinais miraculosas para a saúde e o recomenda para pessoas que desejam voltar ao seu antigo peso de uma forma natural, e também para a regularização de todas as funções orgânicas deficientes, principalmente devido a uma dieta antinatural. Então, não é novidade que o vinagre de maçã natural tenha conquistado a fama de ser um excelente nutriente, fortificante, depurador do sangue, rejuvenescedor do organismo e excelente emagrecedor.

Se o vinagre de maçã é benéfico em todas as idades, como elemento preventivo de acúmulo excessivo de cálcio e substâncias terrosas obstrutoras do sistema, mais útil ainda é para aqueles que em todas as circunstâncias, já se aproximam ou se encontram na velhice ou estão doentes.
Mais estudos sobre os rebanhos de gado em Vermont e a reação alcalina dos alimentos do gado.

Quando estudei os efeitos das proteínas sobre o gado leiteiro, procurei um amigo, bacteriologista da Cooperativa de leite de Barre (cidade de meu nascimento no Vermont), e pedi que me indicasse os rebanhos que deveria estudar. O primeiro que sugeriu foi o de Ernest Bisson, com 54 vacas, rebanho misto – incluía diversas raças de gado. As reses não eram criadas na fazenda, e sim compradas a fazendeiros. Os bezerros eram vendidos a negociantes. Meu amigo bacteriologista disse-me que Ernest Bisson conseguia mais leite das suas vacas do que qualquer outro dos 250 fazendeiros dali. Além disso, também tinha maior número de doenças no seu gado do que qualquer outro fornecedor. Os funcionários da leiteria estavam sempre alerta para os estreptococos que apareciam no leite do seu rebanho.

Outro, que indicou, era composto de 45 vacas Jersey. A jovem que cuidava dele, formara-se pela Universidade Rural de um dos estados do Meio-Oeste, e era considerada no Vermont como excepcional criadora de gado. As suas reses levantaram prêmios seguidos nas feiras e exposições de gado Jersey. O objetivo desse rebanho era a apuração da raça e venda de bezerros como fonte de renda. Além dos rebanhos acima citados, meu cunhado tinha ao sul do Vermont, um excepcional rebanho de 50 Holsteins premiados, que eu costumava visitar de tempos em tempos.

Ernest Bisson ficou satisfeito em discutir comigo o assunto dos rebanhos e do “problema das proteínas”. Seus dois irmãos eram médicos de renome. Ele lhes pedira auxílio no sentido de resolver problemas do rebanho, mas eles não lhe haviam podido dar ajuda. Apelara para o Departamento de Agricultura da Universidade do Vermont num caso de mastite no úbere de uma das vacas; mas, o rebanho da Universidade tinha também diversos casos e eles não sabiam curar mastite. Disseram-lhe que era devido a uma infecção que não sabiam eliminar.

Pedi-lhe que enumerasse os problemas do seu rebanho, a fim de que eu os pudesse estudar.

Fez a seguinte relação deles: Mastite, aguda e crônica. Por ocasião da minha visita havia sete vacas destinadas ao matadouro por mastite crônica, com a presença de estreptococos no leite retirado de uma ou mais tetas. Incapacidade de procriação em 20 vacas, do total de 54 que compunham o rebanho. Algumas não conseguiam ficar prenhes há um ano. Essa falha descontrolou o programa de Bisson, pois não podia mais planejar o período de lactação de seu rebanho.

Brucelose. Significava perda de bezerros destinados às substituições no rebanho. Os que nasciam, eram fracos e geralmente morriam em duas semanas. Isso lhe impossibilitava criar bezerros para as substituições do rebanho e os abortos estragavam o período de lactação das vacas. Subpotência nos touros, o que tornava necessárias diversas cruzas antes que se efetivasse a prenhez.

Perda de apetite das vacas.
Partos demorados.
Por não poder criar bezerros para substituições, era obrigado a comprá-los – reses de qualidade duvidosas, pois os fazendeiros não vendem seu melhor gado. Casos de artritismo em algumas vacas, ocasionando-lhes dificuldades ao levantar ou deitar. Suscetibilidade crescente ao resfriado.
Influenza entre as vacas, durante os meses de inverno.
Paralisia das pernas, em algumas vacas, também chamada comumente de “febre do leite”, depois do parto.
Prisão de ventre nas vacas.
Problemas bem desafiadores.

A seguir, pedi a Miss Stone, a encarregada das 45 vacas da raça Jersey, que fizesse uma lista dos seus problemas com o rebanho, para que eu pudesse ter um ponto de partida para meu estudo. Ela enumerou: Abortos no rebanho.
Falta de uniformidade no tamanho dos bezerros nascidos.
Bezerros fracos ao nascer.
Bezerros que não apresentavam as características da vaca ou do touro que os procriaram, o que significa muito quando um bezerro é oferecido à venda para substituir reses num rebanho.

Baixa fertilidade, sendo necessárias diversas cruza.
Comprei um aparelho para extrair sumo de folhas, flores e grama. Fiz também uma reserva de papel de Nitrazina, devido à sua ampla margem de reação, que vai de pH 4,5 para os ácidos e pH 7,5 para os álcalis. Comecei a seguir esses dois rebanhos no pasto, durante os meses mais quentes do ano munido da máquina de extrair sumo, do frasco de papel de nitrazina, de um caderno de notas, de um balde de água e uma caneca, a fim de lavar a máquina após cada extração. Seguindo-os por horas a fio, aprendi muitas coisas sobre nutrição.

A fazenda de Ernest Bisson estava situada na encosta de uma colina com poucas árvores ou arbustos nos pastos. A fazenda onde eram criadas as 45 vacas Jersey estava situada num vale cortado por um riacho. Todos os pastos continham árvores e arbustos.

Achei que o contraste entre as duas fazendas era favorável como objeto de estudo.
Segui, em primeiro lugar, o rebanho da fazenda da encosta. Quando extraí o sumo dos elementos que compunham a alimentação desse gado, verifiquei que a reação era sempre ácida. Quando extraí o sumo dos alimentos que ignoravam ao passar, recusando-se a comê-los, descobri que a reação destes era sempre alcalina. Nos lugares onde havia caído excrementos de vaca, no pasto, o capim era mais alto e de um verde mais escuro. Isso o tornava mais atraente quanto ao tamanho e à coloração. Mas as vacas não o comiam; evitavam esses lugares. Quando testei o sumo desse capim que crescia nos lugares adubados, verifiquei que a reação era sempre alcalina. A recusa instintiva das vacas em comer capim de reação alcalina indicou que esses animais são, por natureza, bons químicos e que procuravam estabelecer o equilíbrio químico de seu organismo.

Era evidente que eram também químicos do solo e eu não perderia tempo em aprender o que me podiam ensinar. A seguir, fui para a fazenda onde iria observar as vacas Jersey. Fiquei impressionado ante sua predileção pelas folhas produzidas pelos diversos arbustos dos pastos. Recolhi amostras dessas folhas e, ao extrair-lhes o sumo, verifiquei que a atração era ácida. Observei também que, em geral, as vacas davam preferências às folhas mais novas. Comentei essa predileção pelas folhas com miss Stone encarregada do rebanho. Ela confirmou a minha observação e disse que nunca havia recebido qualquer reclamação relativa à mastite, da leiteira para a qual fornecia leite.

Miss Stone ficou muito interessada pelos meus estudos sobre o rebanho, e disse-me que iria fazer algumas experiências que poderiam dar bons resultados. Um dia me telefonou dizendo que ia soltar o gado no pasto onde a couve lombarda estava em flor; e se eu quisesse, ela esperaria que eu estivesse presente. Quando o rebanho de 45 vacas entrou nesse pasto, a primeira coisa que notei foi que comeram todas as flores da couve antes de se interessar por qualquer outra vegetação do campo. Testei o sumo das flores da couve lombarda e verifiquei ter reação ácida.

Num outro dia, miss Stone me telefonou dizendo que ia soltar o gado num campo de trevos de segunda florada, que não haviam sido colhidos por falta de tempo. À volta da cerca desse pasto havia uma sebe natural de cerejeiras amargas que haviam gerado espontaneamente e estavam em pleno vigor. Ao serem soltas nesse pasto, as vacas não tocaram nos trevos, mas se dirigiram diretamente às cerejeiras amargas, comendo as folhas, chegando mesmo a ficar apoiadas nas patas traseiras, para atingir as folhas mais altas. As vacas haviam evitado o trevo de reação alcalina, em favor das folhas de cerejeira amarga, de reação ácida.

Em outra ocasião esse rebanho foi solto num campo onde havia sido feita plantação e subseqüente colheita de batatas. Haviam sobrado algumas batatas e estas foram desenterradas pelas vacas, com os cascos; era outro caso de reação ácida – as batatas.

Perguntei a Miss Stone se estava disposta a fertilizar parte de um pasto com esterco e, logo que a vegetação começasse a crescer, soltar nele o rebanho a fim de verificar se, orientado pelo instinto, iria evitar a parte adubada ou se aceitaria a vegetação que ali crescesse. Mais tarde, dezesseis bezerros de 6 meses a um ano de idade, foram soltos num pasto cuja quarta parte havia sido adubada com esterco de vaca, durante o outono precedente. O esterco ficara no estábulo durante um ano. A grama, nessa parte do pasto, era muito mais verde e mais alta do que no resto do campo. A linha divisória entre a parte adubada e não adubada era claramente visível. Das dezesseis cabeças, apenas duas se dirigiram à porção adubada. Tinham ambas seis meses de idade. Enquanto os observava, vi que abandonavam aquela área e iam pastar na parte que não tinha o adubo.

Observei nessa mesma fazenda, outro exemplo do instinto de química das vacas. Uma delas tinha 20 anos de idade; por sentimentalismo era mantida. Chamava-se Bobby e vivia à solta na fazenda. Passei muito tempo seguindo-a para conhecer seus hábitos alimentares. Tinha predileção pelas folhas de olmo. Conheço pouca acerca da composição das folhas de olmo, exceto que tem reação ácida. Tenho observado aqui no Vermont que quando um fazendeiro que segue o seu rebanho, de manhã, descobre que está com fome come uma ou duas folhas de olmo; faz passar a sensação de fome. Costumavam amarrar Bobby no estábulo com uma corda frouxa, para que pudesse levantar e deitar facilmente. Um dia ela fugiu. Foi à carroça das rações e tentou chegar ao balde de vinagre de maçã que lá estava. Ao ouvir o ruído do balde, Miss Stone saiu para ver o que era. Querendo verificar o que a velha Bobby faria, Miss Stone pôs o balde ao alcance dela. Bobby lambeu cerca de meio litro de vinagre de maçã e depois, evidentemente satisfeita, afastou-se. Isso indica que o organismo do animal que envelhece também precisa de ácido e o animal sabe disso. Todas as semanas faz-se o exame do leite enviado pelos fornecedores às usinas. Aos produtores do leite de tipo comum é permitido uma porcentagem de 400.000 bactérias por centímetro cúbico de leite não pasteurizado e 20.000 bactérias por centímetro cúbico de leite pasteurizado.

Contudo, os dois rebanhos que estudei produziam nessa época, leite Tipo A, que requer melhor padrão. O leite de um dos rebanhos era enviado para Massachusetts o do outro para Rhode Island. Os fornecedores do Tipo A para as leiteiras tem uma margem de tolerância de 50.000 bactérias para o leite não pasteurizado e de 5.000 bactérias para o leite pasteurizado, em cada centímetro cúbico de leite. Quando um fornecedor excede essa taxa devido à falta de higiene no aparelhamento ou a distúrbios no rebanho, é-lhe concedido um prazo de duas semanas para voltar ao normal. As receber cópias de duas cartas laudatórias aos donos dos rebanhos, devido ao baixo teor de bactérias comprovado no leite de seus rebanhos, continuei minhas experiências e verifiquei que, quando se omitia o vinagre de maçã a quantidade de bactérias aumentava; quando o gado recebia sua dose diária de vinagre, a quantidade de bactérias diminuía.

Ao fim de cinco anos de estudos e observação contínua desse rebanho de 45 vacas leiteiras, no estábulo durante o inverno, e no pasto durante o verão, meu amigo fazendeiro e eu revimos a lista primitiva dos distúrbios do rebanho, a fim de verificar os progressos obtidos com meus estudos, interpretar e pôr em prática o que elas nos haviam ensinado. As medidas adotadas havia resultado no seguinte: Nenhuma vaca fora sacrificada nos dois últimos anos por mastite. Não havia mais casos de mastite crônica no rebanho.
Durante esses cincos anos o rebanho havia aumentado para 70 vacas, devido ao controle bem sucedido da mastite. Dessas, apenas oito não haviam ficado prenhes no ano anterior. Do grupo de 20 que não conseguiam procriar quando iniciei meus estudos sobre o rebanho, todas as 20 esperavam crias.
Quanto à brucelose, o problema ainda existia, mas algum progresso havia: menor número de abortos – apenas três vacas haviam abortado no ano anterior. Além disso, os abortos ocorriam agora no último mês de gravidez. E as vacas que abortavam não perdiam o período de lactação – começavam-no normalmente, como se houvessem chegado a termo.
Não houvera mais a dificuldade em se manter a fertilidade dos touros.
Não havia mais inapetência nas vacas.
As vacas passaram a ter parto rápido e normal. Se ficasse retida a placenta, era geralmente expedida dentro de quadro dias. A placenta retida não tinha mau cheiro ou corrimento como antes.
Não nasciam mais bezerros fracos ou nervosos.
Apenas uma vaca do rebanho fora atacada de artritismo, e foi logo curada.
Desapareceram os resfriados.
Nenhum caso de influenza ou pneumonia ocorreu.
Não ocorreu mais febre do leite e nem paralisia, quando a vaca dava à luz.
Não houve nenhum caso de constipação. Se aparecia algum caso de disenteria, era logo eliminado.
Fiz também com Miss Stone a revisão dos antigos distúrbios do seu rebanho.

Resultaram no seguinte: Os abortos cessaram.
Os bezerros não mais nasciam de tamanho inferior ao normal.
Ao nascerem eram fortes e resistentes com pernas bem formadas e boa pelagem. Punham-se de pé em cinco minutos após e mamavam antes de meia hora.
Os bezerros que nasciam tinham características bem definidas.
Eram inteligentes: não era mais necessário ensiná-los a beber do balde.
O problema da procriação desaparecera.
Atualmente, os criadores de gado já reconhecem que o excesso de proteínas pode ser uma fonte de moléstias do úbere. Um fazendeiro pode acrescentar à ração uma porcentagem de proteínas com a qual o rebanho parece se dar bem. De repente depara com feno cortado há tempo, rico em proteínas.
A proteína da ração unida à do feno resulta em excesso, e em conseqüência surgem casos de moléstias do úbere em algumas vacas.

Há uma relação de grande valor entre a dieta diária das vacas e dos seres humanos. Uma vaca que recebe vinagre de maçã duas vezes ao dia come menos feno e cereais. Uma pessoa que toma uma ou duas colheres de chá de vinagre de maçã, em um copo de água, durante a refeição ficará satisfeita com menos alimento. Isso vai ao encontro dos planos originais da Natureza, nos quais inclui um lugar para a ingestão de um ácido natural, e o vinagre de maçã torna-se um alimento imprescindível.

Dediquei-me depois, a um livro, “O Jersey”, publicado pelo Clube Americano de Gado Jersey, o qual relata a história da vaca Jersey e do seu aparecimento na Ilha desse nome. Estava particularmente interessado no solo dessa ilha, nos adubos lá empregados.

Tudo indica que o solo de Jersey tem uma tendência ácida. Lá não se encontra pedra de cal nem giz. O adubo é feito de algas marinhas que as tempestades trazem para as praias. Os fazendeiros recolhem-nas quando a maré baixa. Além do húmus potássico, a alga marinha enriquece o solo de sódio e iodo, assim como dos restantes 46 minerais nela contidos. Após ler esse livro, soube de um gado Jersey, cujas vacas haviam todas sido importadas da Ilha de Jersey. Visitei esse rebanho e fiquei impressionado com o comprimento do corpo dos animais. Jamais vira vacas Jersey de corpo tão longo. O touro que na época da importação era o campeão da ilha tinha também um corpo inusitadamente comprido. Pareceu-me ser efeito do potássio contido na alga usada para adubar a terra. E confirmou que as ancestrais das Jersey do Vermont encontram o que as ancestrais das Jersey do Vermont encontram o que estas procuram, isto é, solo ácido, potássio, iodo e outros minerais necessários.

Perguntei ao Prof. George W. Cavanaugh, onde se encontrava o rebanho campeão dos Estados Unidos. Respondeu-me que, constituído de 50 vacas ou mais, estava localizado no Overbrook Hospital, em New Jersey.

Durante minha visita a esse rebanho foram discutidas a produção, alimentação e saúde do gado, e soube que empregavam um suplemento alimentar feito de alfas e peixes. Dava-lhe o nome de Manamar e soube que essa era uma forma de manter maior teor de proteína na ração sem risco de doenças nas vacas. Isso me causou uma dúvida. Seria a proteína a responsável pelos maiores problemas na criação do gado leiteiro? O ácido e o potássio neutralizariam os efeitos nocivos da proteína, tornando possível um máximo de produção de leite sem prejudicar a saúde das vacas? Essa visita resultou, naturalmente, num estudo das vacas leiteiras alimentadas de proteínas. Os criadores atuais têm ouvido falar tanto em proteína que se podem considerar obcecados pelo assunto. Ao comprarem um saco de ração, a primeira pergunta é: - Qual a porcentagem de proteínas? Em geral, é essa a única pergunta que se faz. Uma ração pode ter 16, 18, 20 ou 24% de proteína ou qualquer outra porcentagem. O preço e os resultados esperados estarão na proporção do teor de proteína declarado na embalagem.

Citarei um exemplo das vantagens de se combinar o ácido com a proteína, na alimentação. O proprietário de um rebanho misto de 54 vacas leiteiras comentava comigo o seu animal favorito, uma Jersey de 400 kg de peso. Dois anos antes, o bacteriologista da leiteira e o veterinário local haviam-no aconselhado a se desfazer da vaca. Mas ele tinha pelo animal uma especial predileção e foi protelando. Ela sofria de mastite crônica. Toda vez que seu leite era inspecionado pelo bacteriologista se constatava a presença de estreptococo no produto de cada uma das tetas. Chegou-se, finalmente, à conclusão de que deveria ser eliminada.

Esperava um bezerro para o princípio de novembro. Supunha-se que a mastite iria piorar após o parto; a sua produção de leite deveria aumentar, mas seria impróprio ara o consumo. Sugeri que parte do transtorno poderia ser ocasionado pelo fato de estar ele violando uma antiqüíssima lei de nutrição, relativa às sementes de plantas. Apesar de ser necessário tomar-se ácido quando a alimentação é feita à base de sementes, essa vaca não comia suficientes folhas ácidas. Normalmente, a vaca deveria ter a possibilidade de comer folhas tenras diretamente da planta. Decidiu-se imediatamente despejar uma colher de chá de vinagre de maçã na ração, para cada 50 kg de peso do animal. Como pesava 400 kg, a dose era de 8 colheres de chá de vinagre, por ração. Recebendo duas ao dia, o total era de 18 colheres diárias.

No dia seguinte à administração da primeira dose, telefonei ao fazendeiro. Soube que a vaca havia cheirado a ração por diversas vezes e depois a comera àvidamente e continuara a lamber o coxo durante meia hora. Isso provou que o vinagre de maçã representava algo que ela desejava instintivamente, portanto, devia-se continuar. Começamos a dar-lhe vinagre duas semanas antes do nascimento do bezerro, a 5 de novembro. O úbere da vaca desinflamou e a mastite desapareceu. Após o parto, todas as tetas estavam sem qualquer vestígio de mastite. Já se lhe haviam administrado quantidade de sulfanilamida, nos últimos dois anos, na esperança de debelar a mastite. A princípio a doença cedia, para logo depois ressurgir. Depois que começou a tomar o vinagre de maçã, foi possível alterar-se a alimentação e passou a receber uma ração composta de 16% de proteínas em quantidade igual à outra composta de 14%. Com 5 kg de ração, a pequena Jersey de 400 kg passou a dar um balde de 15 litros de leite (com nata de uma polegada de espessura) em cada uma das duas ordenhas diárias – o dobro do que produzira antes.

A 4 de fevereiro do ano seguinte, estava com o úbere perfeito, alimentava-se bem e produzia 19 litros de leite por dia, e recebia a 3 kg de ração adequada, à base de 14% de proteínas. Em 1 de março continuava normal, sem sinal de mastite. Era difícil saber qual dois estava mais interessado no prosseguimento da dieta à base de vinagre de maçã: se ela ou o dono.

Algumas conclusões sobre o uso do vinagre de maçã nesse caso: Após o desaparecimento da mastite, as tetas voltaram a ser normalmente esponjosas. Pode-se verificar pela palpação do úbere e pela volta ao normal da quantidade de leite produzida.
Curada a mastite pelo vinagre de maçã, tetas afetadas, menores a princípio, em dois meses retomam as devidas proporções. A pequena vaca Jersey tratada de mastite crônica com o vinagre de maçã há dois anos atrás tem agora um úbere perfeito. Tornou-se uma das melhores produtoras de leite do rebanho. Num caso comum de mastite, a teta inflamada volta ao normal em uma semana com tratamento por vinagre de maçã. Nos casos rebeldes, serão necessários dois meses. A média de recuperação de vacas atingidas pela mastite crônica é de 75%. Devido à experiência com a pequena Jersey, decidiu-se dar a cada vaca do rebanho, 56 gramas de vinagre derramadas sobre a ração logo que esta fosse posta no coxo, para se observar qual a reação. Se o potássio era o responsável pelos benefícios prestados à primeira vaca, então se podia adicioná-lo ao solo da fazenda, na expectativa de colherem-se resultados semelhantes. A primeira observação feita após a adoção do método foi o aumento de produção do leite do rebanho. Vários acompanhamentos foram feitos à época para se observar e comparar depois com os resultados obtidos.

Podemos constatar que durante todo o mês de março de 1944 esse fazendeiro não conseguiu obter sua cota de vinagre de maçã. Isso explicou a queda de produção de leite demonstrada pelas anotações feitas. Conseguiu-se depois obter cinco barris de vinagre. A produção de leite subiu, mas de acordo com a demonstração, foram necessárias duas semanas para superar a produção do ano anterior. Durante o mês de julho e as duas primeiras semanas de agosto de 1944, o vinagre de maçã não foi dado por que o rebanho estava no pasto; foi julgado desnecessário. Mas a nova queda na produção do leite tornou evidente que uma vez que o vinagre de maçã aparentemente continha elementos não existentes na ração e na vegetação do pasto, era tão necessário durante o verão quanto durante o inverno, para se manter a produção do leite.

Vejamos a influencia de 50 gramas de vinagre de maçã derramadas em cada ração, no tocante ao teor de gordura do leite. Esse rebanho que estudei fazia parte da Associação de Melhoria dos Rebanhos Leiteiros e era examinado há tempos regulares por um perito da associação. Esse perito me disse que dos 23 rebanhos que costumava examinar esse era o que produzia mais gordura no leite. A 1 de novembro se iniciou a ministração de vinagre de maçã. No mês seguinte a porcentagem de nata foi de 5,1%. Em maio, esse rebanho de 45 Jerseys registradas possuía 27 vacas de qualidade. Uma vaca de qualidade é aquela que produz 43, 592 litros de leite por mês com 18,1436 kg de gordura. Vinte e sete era o maior índice de vacas de qualidade que o rebanho jamais tivera; anteriormente, a maior quantidade fora de 19. No mês de setembro seguinte, a gordura atingiu 5,61%; o maior teor atingido pelo rebanho.

O perito me disse também que as vacas dos outros rebanhos comiam de 9 a 11 kg de feno por cabeça, diariamente, enquanto que as desse rebanho Jersey registrado comiam apenas 6 kg por dia, quando o vinagre de maçã era adicionando à ração. Esse consumo inferior de feno representava uma economia de 225 dólares por mês, só em feno. Um barril de vinagre mensal custava 18 dólares. Os dados referentes às despesas da compra de feno e de vinagre de maçã provam a influência do vinagre de maçã sobre a quantidade de ração adquirida para as vacas de um rebanho misto. Sem a adição de vinagre de maçã e nos baseando nas quantidades compradas nos primeiros três meses de 1942 e 1943, a conta desse trimestre m 1944 deveria ser de US$ 1,755. Adicionando-se o vinagre de maçã, houve uma economia de US$ 655 na compra de rações.
A conta de vinagre de maçã, nesse período foi de US$ 90. Meu amigo fazendeiro chegou à seguinte conclusão com o emprego do vinagre de maçã no seu rebanho de novilhos. Se tivesse de escolher entre 1 quilo de ração sem vinagre e 250 gramas de ração com duas onças (56 gramas) de vinagre de maçã adicionado a mesma duas vezes ao dia, escolheria esta última, que proporcionaria aos seus novilhos maior crescimento em um prazo certo. Estou convencido de que o potássio contido no vinagre de maçã é responsável por grande parte do feliz resultado visto que, como foi dito diversas vezes neste livro, o potássio está associado ao crescimento da planta, animais e do ser humano.

Parecia-me aconselhável verificar se era o vinagre de maçã que, especificamente, possibilita um equilíbrio na ingestão de proteínas ou se algo associado ao ácido era responsável pelos resultados obtidos. Notou-se que, quando um rebanho era solto pela primeira vez num pasto onde uma faixa de terra havia sido adubada com fosfato ácido, as vacas comiam apenas o capim dessa faixa, desprezando o que nascia dos lados. Observou-se também que algumas vacas comiam fosfato ácido puro, quando o encontravam. Isto me levou a imaginar se o ácido fosfórico derramado sobre a ração de algumas vacas produziria os mesmos resultados do vinagre de maçã adicionado à ração das demais. Escolhemos cinco vacas para essa experiência. Suspendemos-lhes a dose de vinagre de maçã e passamos a dar-lhes uma colher de chá de ácido fosfórico derramado sobre a ração duas vezes ao dia. Durante quase duas semanas, nada aconteceu. Então uma ou mais tetas do úbere de cada uma das vacas começaram a inchar. Paramos imediatamente com o ácido fosfórico substituindo-o pelo vinagre de maçã e as tetas inflamadas voltaram ao normal.

Trechos extraídos do livro: FOLK MEDICINE: A Vermont Doctor’sGuidetoGood Health, do médico norte-americano DR. DCJARVIS
A medicina popular do Vermont é uma composição na qual entram os princípios curativos da Natureza, com uma dose integral de bom senso.

É coisa banal nas fazendas do Vermont, estado americano no extremo nordeste dos USA, que septuagenários trabalhem o dia inteiro, e não é raro se encontrarem homens de noventa ou mais anos trabalhando na lavoura como se fossem muitos anos mais moços, sem apresentar fadiga e com uma excelente qualidade de vida, permanecendo ativos durante sua vida.

Esses, para prolongar a sua vida ativa, tiram partido de leis fundamentais da fisiologia e bioquímicas que vêem funcionar na Natureza, pois são observadores natos dos fenômenos naturais. É crença geral no Vermont, que a duração mínima da vida de um animal corresponde a cinco vezes o período necessário para atingir a maturidade. A galinha atinge a maturidade aos seis meses, chega facilmente aos dois anos e meio de vida. O bezerro, adulto aos dois anos, e reproduzindo aos dois anos e meio, atinge a doze anos, e o cavalo, adulto aos quatro anos, viverá até vinte. Muito chegam a viver mais.

De acordo com essa regra, o tempo de vida do ser humano, sendo cinco vezes vinte, deveria ser cem anos ou mais. Que é possível prolongar a vida além dos setenta anos é fácil provar observando os nascidos no Vermont que vivem em contato com a terra. Quanto mais eu estudo, mais me convenço da profunda relação existente entre a duração da vida e aquilo que se come. Os vermonteses se alimentam com conhecimento de causa, aprendendo no convívio com os animais domésticos.

Aprenderam que a alimentação diária deve ter em maior proporção alimentos vivos, tirados da terra naquele momento, como os carboidratos das frutas, cereais, verduras e raízes, e em menor proporção as proteínas, representadas pela carne, aves e ovos, etc.

O bom senso, baseado nos sábios princípios da Natureza, os capacita a manter e recuperar a casa humana para uma utilização prolongada. A eficiência e duração dela dependem da criteriosa seleção dos alimentos a ingerir, líquido a beber a ar respirar.

Para construir e restaurar nossa casa humana, mantendo sua eficiência e prolongando nosso tempo de moradia, precisamos levar em conta que elementos minerais dominam, no corpo. Se não faltarem no organismo, este funcionará de um modo “que vale a pena viver”.

Na medicina popular do Vermont se encontra uma receita extremamente simples e eficaz para suprir as necessidades de minerais do organismo, o vinagre de maçã vivo. Trata-se do vinagre de maçã vivo feito da própria fruta, carregado de fibras e nutrientes vivos, sem aditivação, não pasteurizado ou esterealizado. Vinagre de maçã é um maravilhoso purificador do sangue. Ele é rico em nutrientes de primeira linha, sais orgânicos fundamentais, ácidos benéficos para os processos bioquímicos do corpo, como o ácido málico, fólico, a peptina, etc, e outros complexos vitamínicos, todos provenientes da maçã, o produto inicial. Do ponto de vista puramente quantitativo, o alto teor de potássio, que é impressionante, coloca o vinagre de maçã à cabeça dos alimentos mais ricos em potássio na Natureza. Ainda que em quantidades menores, encontram-se também outros minerais (elementos principais e oligoelementos): o cálcio, o flúor, o magnésio, o sódio, o fósforo e o silício. Entre as vitaminas, encontram-se a vitamina C e o betacaroteno, duas substâncias que desempenham um papel importante na proteção das células e atuam de maneira eficaz contra os radicais livres, pois são antioxidantes naturais.

O modo de tomar o vinagre de maçã é o seguinte: uma ou duas colheres das de sopa de mel e uma ou duas colheres das de chá de vinagre de maçã vivo misturadas em um copo de 350 ml de água, de preferência, água levemente morna. Tome duas ou mais vezes ao dia, após as refeições principais, a dose pode variar conforme o trabalho mental e físico que se deva fazer. No caso de emagrecimento tomar essa dosagem uma hora antes das refeições, pois sua atuação é de catalisar o processo metabólico.

O vinagre traz da maçã o seu componente mineral e o mel o traz do néctar das flores. O vinagre de maçã e o mel estão carregados de energia vital, e é um coadjuvante maravilhoso para a prevenção da saúde.

Trechos extraídos do livro: FOLK MEDICINE: A Vermont Doctor’sGuidetoGood Health, do médico norte-americano DR. DCJarvis, e do livro: "Os benefícios do vinagre de sidra e outros..." do dietista alemão BerndKullenberg.
Para permanecer dinâmico apesar do tempo que passa, é preciso ter uma vida saudável e ativa e, consequentemente, uma alimentação equilibrada. O vinagre de maçã é perfeito para fazer parte deste estilo de vida, pois é um dos melhores alimentos que existem: remédio natural excepcional, provado por gerações, atua tanto no interior como no exterior do corpo. Você vai conhecer as múltiplas utilizações possíveis do vinagre de maçã para a beleza e reforçar a saúde do corpo.

A pele, o nosso maior órgão, representa uma barreira física e fisiológica contra as agressões ambientais. Embora tenha uma função de proteção, beleza e eliminação física, preenche igualmente um papel de expressão psíquica. Pois, são tanto os males corporais quanto os mentais que a pele transmite.

Ela é um espelho das condições interiores de nosso corpo. Pele saudável, saúde saudável. O vinagre de maçã é utilizado desde há muito na fabricação de produtos para cuidados corporais, além de ser indicado o uso interno como um excelente coadjuvante para os cuidados externos da pele. Com efeito, favorece a irrigação sanguínea, estimula as funções da pele e dá-lhe um aspecto fresco e saudável. O pH da pele está em torno de 3 em simpatia com o pH do vinagre de maçã que é 3 também.

Extraído do livro: “Os benefícios do vinagre de maçã e outros....” do autor BerndKullenberg, dietista alemão.

Editora Plátano Edições Técnicas. Portugal
O tratamento do artritismo: Notou o doutor DCJarvis o efeito extraordinário na cura do artritismo. Por exemplo: O leite extraído de uma das tetas de uma vaca era tão grosso que com a máquina de ordenhar não sairia. Tentando diluir o leite, o fazendeiro passou a pôr 50 gramas de vinagre de maçã em ambas as rações diárias. O animal gostou tanto do vinagre que ficava lambendo a manjedoura. Depois, ele aumentou para cem gramas em cada ração. O leite afinou e o artritismo desapareceu definitivamente. No inicio do tratamento a vaca produzia cinco litros de leite por dia - e passou para quase quinze litros. Outro fazendeiro que sofria de artritismo na nuca e no pescoço disse que antes de começar a tomar dez colheres das de chá num copo de água, a cada refeição, tinhas todas as articulações doloridas. Com a ingestão diária, várias vezes ao dia, o mal foi regredindo paulatinamente até desaparecer. Além da inchação, sofria de dores nas articulações, mas depois de algum tempo com esse tratamento, tudo regrediu e finalmente desapareceu por completo. Para os que sofrem de artrite nos dedos: Além de tomá-lo com água ou mel, deve-se submergi-los no vinagre de maçã quente, durante dez minutos. Com esse tratamento, depois de certo tempo, desaparecem a dor e a deformação.

Dores de cabeça crônica: As dores de cabeça crônicas são atribuídas aos olhos, ao estômago, aos rins, ao fígado e a sinusite. O doutor Jarvis durante vários anos - apurou com ajuda de pessoas que sofriam desse mal - se a enxaqueca aparecia quando havia uma reação urinária ácida ou alcalina. Quando a urina estava ácida, as enxaquecas eram menos freqüentes, mais brandas, ou desapareciam. Dessa forma, recomenda o doutor Jarvis que as pessoas que sofrem desse mal necessitam conhecer os fatores que alcalinizam a urina e então combatê-los, ou seja, necessitam corrigir sua dieta para mais ácida, com a ingestão de folhas vegetais, frutas e, usufruir os benéficos ácidos do vinagre de maçã natural.

Dores de garganta: O remédio mais aplicado pela medicina popular do Vermont para inflamação da garganta é o gargarejo com o vinagre de maçã natural: Aliás, muitos profissionais do palco, atores, professores, oradores, locutores, etc fazem uso do vinagre de maçã diariamente. Fazem o gargarejo com uma colher de chá num copo dágua para limpar e proteger a garganta e as cordas vocais. Verificou o doutor Jarvis que a membrana formada sobre as amídalas desaparecia em dez horas.

Nas afecções reumáticas: A real origem desta doença está no sangue impuro, nas toxinas que não foram eliminadas e na deficiente função dos diversos órgãos; num antinatural regime alimentar ou devido a cargas hereditárias. Portanto a cura do reumatismo é obtida pela purificação do organismo em geral, de modo que a pele e a circulação sanguínea reacionem devidamente ante as bruscas mudanças de temperaturas. A medicina popular do Vermont, nesse caso, aconselha fazer a ingestão diária de vinagre de maçã natural tomando duas colheres com água e mel. Nas afecções reumáticas locais recomendam-se compressas quentes de vinagre de maçã. Proceda-se da seguinte forma: aquecer duas xícaras de vinagre de maçã, usando um pano grosso, preferivelmente lã, para que se conserve o calor. Fazer a aplicação local, três vezes ao dia, se possível a intervalos regulares.

Hipertensão: Poucos problemas têm tanta gravidade como a hipertensão, sendo indicadora de males ainda mais graves como as cardiopatias, derrames, crise renal, etc. Há uma ligação com os estados emocionais e o meio ambiente. Que faz a medicina popular do Vermont no caso de hipertensão? A Natureza indica uma alimentação rica em carboidratos, composta por frutas, brotos, folhas comestíveis e mel, em vez de uma alimentação rica em proteínas e composta de ovos, carne, leite, queijo, ervilhas, feijão e nozes, etc. Esse tipo de alimentação provoca o aumento considerável da alcalinidade do sangue, exceto se há um contrabalanço com a ingestão de ácidos como o vinagre de maçã natural, e outros alimentos igualmente ácidos. Logo ao acordar verifique o pH da urina com a ajuda da fita de tornassol, e veja se está ácida ou alcalina. Sendo alcalina deve-se aumentar a dosagem ácida de vinagre de maçã até que a urina fique ácida, o que indica que o sangue esta fluindo e não estamos correndo o risco de provocar depósitos de cálcio no sistema arterial, provocando a hipertensão arterial.

Para acne, espinhas, pruridos da pele do rosto e uso cosmético: O vinagre de maçã natural é também utilizado como um eficaz e excelente higienizador e cicatrizante, removendo impurezas e ajudando maravilhosamente na cicatrização de espinhas, combatendo a acne, pruridos, deixando a pele como nova. Para isso, faça o seguinte: com um pedaço de algodão umedecer em vinagre de maçã natural puro e proceder à limpeza do rosto, notará que a pele ficará limpa, macia, refrescante, higienizada e ajudará na sua cicatrização. Em seguida aproveite para massagear o rosto e os cabelos com o líquido de vinagre de maçã natural puro ou misturado em pouca água, devolverá a acidez natural da pele, o pH da pele é 3, igual portanto, ao do vinagre de maçã, fazendo com que o sangue irrigue a sua superfície, dando ao rosto um aspecto vivo, agradável e deixando a pele macia como seda, além de protegê-la de bactérias nocivas do ar.

No banho é bom evitar sabonetes alcalinos que torna a pele pálida, sem vida e sujeitas ao ataque de bactérias alcalinas. A pele cuja reação é alcalina está sujeita a pruridos e a bactérias nocivas. Coceira na cabeça ou na pele do corpo é um pedido para que você deixe de usar sabonete ou xampu alcalino e passe a usar outro agente de limpeza neutro. No caso de homem, se a cabeça coça, basta despejar uma colher de chá de vinagre de maçã em um copo de água, mergulhar o pente nessa solução e pentear o cabelo, repetindo isso até que o cabelo fique bem úmido. Aproveite para misturar ao seu xampu um pouco de vinagre de maçã natural. Esse tratamento tornará os cabelos resistentes, sedosos e brilhantes, livres de lêndeas ou gorduras que se desprendem. Há pessoas que utilizam o vinagre de maçã natural durante o banho, despejando na banheira um copo do vinagre. Em outros casos, pode-se passar o vinagre de maçã natural diretamente na pele com a ajuda de algodão.

Para retrair varizes: Este remédio é empregado pela medicina popular do Vermont, mas também de vários outros países europeus. Friccione vinagre de maçã puro sobre as varizes, pela manhã e à noite. Após um mês, irá notar a retração das mesmas. Além da aplicação externa, deve-se tomar duas colheres de chá em um copo de água duas vezes ao dia para refinar o sangue e aliviar a pressão sobre os vasos e artérias.

Para preparação de Essências Florais: é um excelente conservante para as essências florais. Para os casos em que a pessoa não pode e/ou não quer tomar essências florais com brandy de uvas. Utilize o vinagre de maçã a 10% na solução com água mineral. Contra indicação: Não foi observado qualquer efeito prejudicial à saúde até o presente momento. Entretanto, recomenda-se seja tomado com parcimônia e assiduidade, seguindo a prescrição certa para cada caso. As pessoas não habituadas à dieta ácida devem iniciar apenas com uma colher das de sopa de vinagre de maçã natural e uma colher das de sopa de mel de abelha (natural) misturado à água (copo duplo cheio). Preferindo adicione apenas água, aumente gradativamente a dosagem até duas ou três vezes ao dia ou mais dependendo de cada caso. Peça orientação de seu médico para prosseguir nos tratamentos indicados pelo Dr. DCJarvis.

Trechos extraídos do livro: FOLK MEDICINE: A Vermont Doctor’sGuidetoGood Health, do médico norte-americano DR. DCJARVIS.
A origem do vinagre se perde nas noites dos tempos, quando alguém preparou um suco de frutas fresco, naturalmente adocicado com mel e o fechou em uma cuba de pedra. O que se viu algum tempo depois foi o suco que fermentou e se transformou em um liquido ligeiramente

Inebriante chama-lo de vinho. Após a surpresa geral do liquido dos deuses, extasiante, que alegrava e liberava os instintos, todo o álcool do vinho se transformou em uma bebida muito ácida! Será que uma cuba, ou barril de vinho havia sido esquecido aberto durante um certo tempo? Alguém se esqueceu de tampá-lo? Ou ainda, seria possível que alguém já conhecia das possibilidades da fermentação do vinho? Realmente, é difícil saber como aconteceu e o vinagre apareceu no seio da civilização.

Deve ter sido um acontecimento de importância extraordinária. Descobrira-se que o vinagre era um conservante e um remédio quase universal. Os legumes submersos neste maravilhoso líquido conservavam suas cores frescas e mantinham sua consistência. O peixe ainda era comível bem depois do tempo suficiente para seu apodrecimento. As feridas purulentas tratadas com o vinagre saravam rapidamente. Era uma descoberta e tanto, um alivio para populações que não podiam contar com muita outra ajuda. O vinagre era de uso comum, todo mundo conhecia as propriedades do vinagre, sabiam como fabricá-lo em sua casa e guardava sua porção de vinagre para as emergências do dia a dia. Sim, o vinagre era conhecido pelas comunidades que o utilizavam largamente. O vinagre é tão antigo quanto a própria maçã.

Em todas as épocas da historia da terra o ser humano pôde contar sempre com uma ajuda essencial para aliviar seus males. O vinagre era um elemento crucial na manutenção da saúde. E o vinagre de maçã faz parte da história e sempre acompanhou o homem em sua trajetória de paz e guerra. A palavra vinagre vem da combinação das palavras latinas “vinum e acrem”, e significa vinho acre. Muito embora o vinagre de uma forma geral possa ser feito a partir de quase qualquer líquido moderadamente adocicado, os melhores benefícios para a saúde são atribuídos ao vinagre de maçã, sem sombra de dúvidas. O vinagre de maçã empresta da maçã suas qualidades extraordinárias para a manutenção da saúde. Dessa forma, normalmente quando se fazia referência ao vinagre, ficava subentendido que se tratava do vinagre de maçã. Hipócrates o pai da medicina recomendava porções de vinagre de maçã diárias para a manutenção da saúde e o tratamento de ferimentos das guerras tão comuns nessa época.

Sabemos que existem no mundo mais de 4.000 qualidades diferentes de maçã. Fruta universal e mestra por excelência, ela tem atrás de si uma história que se mistura com a fantasia e a realidade, sendo mencionada também na Bíblia sagrada. Porém, sabe-se que a maçã é uma fruta extraordinária, por conter inúmeros ácidos orgânicos essenciais, enzimas e fibras fundamentais para os processos fisiológicos do corpo.

Na mitologia grega, a maçã é o símbolo da fertilidade e do amor (a maçã de Afrodite). Na mitologia cristã, a maçã, é um sinal do pecado original, o fruto da árvore do conhecimento que Adão e Eva não tinham direito de provar e por causa do qual foram expulsos do paraíso. Na Idade Média, o menino Jesus é freqüentemente representado sentado sobre os joelhos da mãe, com uma maçã na mão para simbolizar o Universo. Inúmeras lendas e costumes fazem ainda referências à maçã.

Assim, conta-se que quando os heróis entravam em Walhala o paraíso da mitologia germânica, lhes era oferecida uma maçã com o poder de conferir beleza, força e juventude eternas. Diz-se ainda que aquele que encontra uma maçã entre 25 de dezembro e 6 de janeiro terá a alegria de a ver transformar-se em ouro.
Talvez por essa razão e outras que ainda não podemos saber, é que o vinagre de maçã natural tenha esse carisma e simpatia e goze de seu status como uma bebida única.
Os ácidos dos alimentos naturais ajudam a diminuir o espessamento do sangue causado por proteínas “pesadas” saturadas, e também pelo acúmulo constante de cristais endurecedores provenientes da água e bebidas que ingerimos diariamente. A melhor água a ser tomada é a água contida nas frutas, ou a água destilada.

Para que o sangue circule livremente pelo corpo, ele deve ser fino, fluídico. Quando o sangue está espesso ele sobrecarrega o coração. A pressão sanguínea então sobe e muitos problemas de saúde começam. Lembre-se, o sangue deve circular por todo o corpo pelas artérias, veias e pequenos capilares. É impossível para o sangue circular livremente por esses pequenos vasos quando está engrossando, ou se espessando. A deposição de cristais, cálcio principalmente, tamponam esses diminutos vasos capilares, e a conseqüência todos já sabem – a pressão arterial sobe. Com muitas refeições de proteínas pesadas, gorduras e óleos endurecidos mais a água carregada de cristais endurecedores temos uma perfeita receita para a engrossar nosso sangue.

Pessoas perguntam se o vinagre de maçã irá deixá-los mais magros? Ele ajuda a balancear a química do corpo, acelera o metabolismo, normaliza o peso do corpo, dissolve a deposição de cristais.


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